quinta-feira, 12 de julho de 2007

Museu Língua Portuguesa


Nada mais justo que o Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, do Governo do Estado de São Paulo, e gerida pelo Instituto Brasil Leitor, escolhesse a autora nascida na Ucrânia, mas criada em Pernambuco e no Rio de Janeiro, para o tema da mostra que marca um ano de sua inauguração. Clarice Lispector - A hora da Estrela, que será inaugurada em 23 de abril (segunda-feira), também marca 30 anos da morte da escritora, falecida em 1977, e de publicação da novela A hora da estrela, seu livro mais popular.


domingo, 17 de junho de 2007

Itaquaquecetuba



A origem do município de Itaquaquecetuba remonta a uma das doze aldeias, fundadas pelo padre jesuíta, José de Anchieta, em sua longa permanência no Brasil. Sua criação se deve ao então presidente da província, Bernardo José Pinto Gavião Peixoto, com o nome de vila Nossa Senhora d'Ajuda, em 8 de setembro de 1560, sendo estabelecida na beira do Rio Tietê, para catequizar os guaianases.

Nas décadas de 10 e 20 do século XVII, entretanto, a aldeia ficou quase deserta já que, por ordem de Fernão Dias Paes, desejoso de ter um maior controle dos índios catequizados, a maior parte de sua população foi transferida para aldeia de São Miguel, mais próxima a São Paulo, onde havia sido erguida uma nova capela. A população recomeçaria a crescer apenas em 1624, quando o padre João Álvares, construtor da capela da Conceição de Guarulhos e também da de São Miguel, decidiu levantar em sua propriedade, localizada bem ao lado da aldeia de Itaquaquecetuba, um oratório em louvor a Nossa Senhora d´Ajuda que, em seguida, tornar-se-ia capela. Este foi o marco inicial da povoação, que logo viria a se fixar em seu redor, com o nome, justamente, de Nossa Senhora da Conceição de Itaquaquecetuba, recuperando, assim, o topônimo do antigo aldeamento, elevado à freguesia pela lei Nº 17, de 28 de Fevereiro de 1838.

O primeiro Censo realizado na Aldeia de Nossa Senhora d'Ajuda, em 1765, apresentou os seguintes resultados: 59 "iogos" que eram habitados por 109 mulheres e 117 homens. Pouco cresceu a aldeia que neste estado permaneceu quase duzentos anos. Foi com a inauguração da Variante da EFCB, em 1925 que Itaquaquecetuba começou a crescer e a prosperar.

A denominação reduzida para Itaquaquecetuba ocorreu somente no século XX, quando se separou de Mogi das Cruzes, com sua elevação a município, e com o território do respectivo distrito, pela lei Nº 2.456, de 30 de dezembro de 1953, posta em execução a 1 de janeiro de 1954. Como município, ficou constituído de um único distrito, o de Itaquaquecetuba.



A rigor, o topônimo significa ajuntamento ou reunião de taquaras-faca (uma espécie de taboca ou taquara com cujos ramos, cortantes, se faziam facas), e é formado pela composição de takûara (taquara, taboca), kysé (faca) e tyba (ajuntamento, reunião, abundância), referindo-se a um imenso taquaral que existia na aldeia, no tempo de sua fundação, margeando os rios Tietê e Tipóia. O i parece que é uma prefixação arbitrária, isto é, não vem do tupi, e talvez tenha sido motivado pela grande quantidade de topônimos formados pela palavra pedra em tupi, que é itá. Em Itaquaquecetuba passa a linha imaginária do Trópico de Capricórnio.

Dados do Censo - 2000

População total: 272.942

Urbana: 272.942
Rural: 0
Homens: 136.213
Mulheres: 136.729
Densidade demográfica (hab./km²): 3336,70
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 24,66
Expectativa de vida (anos): 67,10
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,94
Taxa de alfabetização: 90,81%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,744

IDH-M Renda: 0,651
IDH-M Longevidade: 0,702
IDH-M Educação: 0,880
(Fonte: IPEADATA)

terça-feira, 12 de junho de 2007

INCLUSP






Fui convidado pela USP, por ser um aluno oriundo do ensino médio em escola pública a fazer uma palestra com jovens do último ano e que vão prestar vestibular da minha escola onde conclui o colegial.

Saudade da EE Maurício Antunes Ferraz






Estudar em uma universidade pública, gratuita e de qualidade é o sonho de todo o aluno que concluiu o ensino médio. A USP, Universidade de São Paulo, maior e mais importante instituição de ensino e pesquisa do País, realiza todos os anos um vestibular para preencher mais de 10 mil vagas em cerca de 220 cursos de graduação.
Para ampliar o acesso e a permanência do estudante da escola pública na Universidade, a USP lançou o INCLUSP, programa que combina a inclusão social com o mérito acadêmico.
O INCLUSP, Programa de Inclusão Social da USP, reúne uma série de iniciativas para ampliar o acesso e a permanência do estudante de escola pública à Universidade. O Programa atua na superação das barreiras educacionais que dificultam esse acesso, apoiando a participação antes, durante e após o vestibular.
O aluno que fez todo o ensino médio em escola pública pode obter inscrição gratuita para o vestibular; receber até três tipos bônus na nota, dependendo do seu desempenho em outras duas avaliações; após o ingresso pode contar com bolsas de apoio e incentivo para auxiliar sua permanência durante os estudos.

Bônus universal
O aluno que realizou integralmente o ensino médio em escolas públicas brasileiras recebe bônus de 3% sobre a nota do vestibular.

Bônus ENEM
Ao participar do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) o estudante de escola pública brasileira pode ter um acréscimo de até 6% na nota do vestibular, dependendo do seu desempenho na prova. Consulte sua escola ou cursinho para saber como participar do ENEM.




E por que estudar na USP?

A USP é uma universidade pública e gratuita, mantida pela sociedade por meio dos impostos. É a maior Universidade do Brasil e uma das maiores do mundo, reconhecida pela busca da excelência no ensino e na pesquisa e pela contribuição aos avanços da ciência e da tecnologia no País, além do papel de vanguarda no pensamento crítico brasileiro.

As oportunidades que a USP oferece para a formação plena de seus alunos são inúmeras, o que fortalece a formação do futuro profissional e faz com que ele contribua para a construção de uma sociedade mais justa e democrática.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Ocupação da Reitoria da USP











A invasão da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) pelos alunos tem mais de um mês. Mesmo após ser expedido um mandado de reintegração de posse, as negociações foram improdutivas, e os alunos permanecem ocupando o prédio de comando da maior universidade do País, com cerca de 80 mil alunos.
O primeiro ato envolveu cerca de 150 alunos. Na tarde de quinta-feira, 3 de maio, eles derrubaram a porta de entrada da reitoria da USP, quebraram alguns vidros e móveis e se instalaram no local. No dia 16 de maio, os alunos ganharam a adesão de membros do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp), que entraram em greve.
Ainda que de forma parcial, alguns cursos tentam manter a rotina, com aulas normais. É o caso da Faculdade de Economia e Administração. Cursos como os de Filosofia, História, Geografia, Letras e da Escola de Comunicação e Artes estão praticamente desertos.
No meio do fogo cruzado, a reitora da Universidade, Sueli Vilella - que estava viajando no dia da invasão - abriu o canal de negociação, depois de pedir a reintegração de posse do prédio, e cedeu a algumas reivindicações dos alunos, em vão. As ofertas da reitoria dizem respeito a café e almoço aos domingos no restaurante universitário, reestudo do prazo para jubilamento de alunos e ampliação do horário de funcionamento dos ônibus circulares da Cidade Universitária.
A reitora reclama da intransigência dos alunos e diz que contratações de professores e de funcionários para obras e serviços estão paradas porque os documentos estão dentro do prédio. Segundo ela, a partir da desocupação, serão necessários pelo menos seis meses para colocar em dia os processos que foram prejudicados pela ocupação. A folha de pagamento da universidade também estaria em risco, com a impossibilidade de se utilizar o prédio da reitoria, onde ela é produzida.

O motivo e a resposta
O principal motivo da ira dos alunos está em três decretos do governador do Estado de São Paulo, José Serra, que alteram alguns pontos da administração das universidades. Desde que ocuparam a reitoria, os alunos pedem a revogação das leis. Os manifestantes alegam que algumas medidas dificultam a melhor distribuição dos recursos da universidade, impedem as contratações e tiram a autonomia das instituições.
Para tentar acalmar os ânimos, o governador publicou no Diário Oficial do Estado, dia 29, um ato declaratório com o objetivo de explicar a abrangência dos decretos assinados no início do ano, relativos às universidades. Com isso, o governo pretende reafirmar que os decretos não ferem a autonomia das universidades, como alegam professores, estudantes e servidores.

Reintegração
O juiz titular da 13ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, Edson Ferreira Silva, determinou que o Batalhão de Choque da Polícia Militar de São Paulo cumprisse, a partir de 18 de maio, a reintegração de posse no prédio da reitoria da universidade. O mandado de reintegração expedido dois dias antes.
A iminência do cumprimento do mandado, dia 22 de maio, o comandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar de São Paulo, Joviano Conceição Lima, afirmou, depois de reunião com a reitora da USP que os alunos que ocupam o prédio da reitoria podem deixar o local presos.
"Caso seja constatada depredação patrimonial, desacato ou furto, a polícia tem obrigação de prendê-los. Entre outras coisas, eles podem responder por formação de quadrilha", disse, na ocasião, quando afirmou ainda que estava com o plano montado para cumprir a ordem judicial. A partir dessa data, não deu mais nenhuma declaração à imprensa.

O confronto
No dia seguinte, os alunos e funcionários públicos, majoritariamente da Associação dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) fizeram uma caminhada da avenida Paulista até a Assembléia legislativa. Na data, deveriam ser votados os decretos do governador José Serra. Houve confronto com a polícia e a sessão acabou adiada. Não houve registro de prisões.
Cerca de 3 mil alunos e funcionários da USP, além de simpatizantes do movimento, participaram do protesto que pretendia chegar ao Palácio dos Bandeirantes, na tarde do dia 31 de maio, nas ruas da capital. A polícia montou barreiras para conter o avanço dos manifestantes, que tentaram romper o bloqueio por quatro vezes. Houve confronto e a manifestação foi contida pelos policiais com gás-pimenta.No mesmo dia, o secretário de Justiça, Luiz Antônio Guimarães Marrey reiterou que não haverá negociações sem desocupação da reitoria. Na última sexta-feira, os estudantes decidiram manter a ocupação do prédio da reitoria da universidade, após a realização de uma assembléia. Nesta segunda-feira, os estudantes têm uma reunião agendada com a reitora da USP, Sueli Vilella, para negociar as reivindicações. Um mês depois, tudo recomeça, praticamente do zero.

Estive lá hoje para paticipar do III EncontroEstadual de Universidades Públicas Paulistas. Valeu apena por saber que essa luta não será em vão.

sábado, 26 de maio de 2007

9° Congresso de História do Grande ABC

Encerramento

Biografia de um livro: a propósito do cinqüentenário de São Caetano do Sul em Quatro Séculos de História, de José de Souza Martins
Depoimento com o autor que é professor titular de Sociologia da Universidade de São Paulo - USP

Apresentação da Banda Jovem de São Bernardo do Campo

Confraternização

sexta-feira, 25 de maio de 2007

9º Congresso de História do Grande ABC




Memórias do trabalho II
Coord. Philadelpho Braz – memorialista e coordenador do GIPEM.

Mesa de debate
Trabalho em tempos de reestruturação produtiva
*Ricardo Antunes – professor de Sociologia da UNICAMP.
*Iram Jácome Rodrigues – professor do Departamento de Economia e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da USP
*José Ricardo Ramalho – professor de Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
*Fausto Cestari Filho – vice-presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico de São Caetano (COMDEC)

Mesas de debate
1 - Séc. XVI ao XIX: novos trabalhos
*Denise Mendes – historiadora.
*Paulo Zanettini – arqueólogo, diretor da Zanettini Arqueologia.
*Érika González – arqueóloga, coordenadora científica da UISPP (Union International des Sciences Proto et Pré-Historique).
*Coord. Silvia Helena Passarelli – arquiteta e urbanista, desenvolve pesquisa acadêmica na Universidade IMES.


2 - Juventude e Trabalho
*Maria Carla Carrochano – socióloga e assessora do programa juventude da ONG Ação Educativa
*Kimi Tomizaki – professora de Sociologia da Educação e do Trabalho da USP.
*Alexandre Almeida – professor de História e Antropologia Urbana
*Joe Newton Souza de Lima – operário e rapper MC e líder do Grupo Filhos da Revolta.
*Coord. Jefferson Sooma – sociólogo, músico e coordenador de articulação Política da ONG Aracati de São Paulo.
“Para o jovem de agora, o passado não importa, o que importa é se vai ter dinheiro hoje”. A frase surgida no depoimento do operário e rapper Joe Newton Souza de Lima durante a Mesa de Debate “Juventude e Trabalho”, ocorrida na tarde do dia 25, resume não só a realidade atual dos jovens que buscam lugar no mercado de trabalho, mas também muito do que foi discutido no 9º Congresso de História do Grande ABC.Uma realidade diferente da vivida pela primeira geração de metalúrgicos da região. Segundo a Profª Kimi Tomizaki, da USP, os pioneiros tiveram uma trajetória ascendente, oferecendo aos filhos melhores condições de formação. A segunda geração foi para a mesma fábrica, mas não se sentia integrante da classe operária, sonhava com melhores cargos. Em vão. “Infelizmente, o filho formado continua montando caminhão”, disse.E como ficam as políticas públicas para a juventude? Para a socióloga Maria Carla Carrochano, mais do que se preocupar em criar ocupações e capacitações, é importante pensar na realidade. “Vamos sim arrumar empregos para os jovens, mas o fundamental é saber que tipo de emprego eles querem e precisam”, ressaltou.


Conversas de Memória II
Cultura caipira
Fernando Deghi – violeiro
Orquestra de Violeiros de Mauá


quinta-feira, 24 de maio de 2007

9º Congresso de História do Grande ABC




Visita ao Pico do Bonilha, patrimônio cultural da Região do Grande ABC - Saída EMEB Sta. Terezinha

Espaços de depoimento:
A presença histórica das religiões no ABC - Ao longo da história as religiões tiveram, e ainda têm, um papel fundamental na estruturação de indivíduos e grupos sociais. O propósito deste espaço é chamar a atenção para a existência histórica de algumas religiões no Grande ABC através de relato de pessoas que tenham tido uma vivência significativa no interior das mesmas. Os relatos não deverão abordar questões doutrinais e sim a história da instituição na sua relação com a Região do Grande ABC.
*Mário Kimitada Hirai – Comunidade Budista
*Jihad Hassan Hammadeh – Comunidade Islâmica
*Levi Correia de Araújo – Igreja Batista
*Nilson de Souza Santos – Candomblé
*Coord. Márcio Magalhães Fontoura – diretor geral da FAENAC, coordenador diocesano da Pastoral da Educação

Memórias do trabalho I
Trabalhadores aposentados se encontram para relatos acerca das condições de trabalho de outrora, recuperando, a partir de suas experiências, o cotidiano de trabalho de um tempo permeado pelos olhares da memória.
Coord. Philadelpho Braz – memorialista e coordenador do GIPEM.
A atividade Memórias de Trabalho I, realizada na manhã do dia 24, cativou os participantes com histórias e depoimentos de ex-metalúrgicos que vivenciaram o verdadeiro “chão da fábrica”. Ficaram registradas as angústias, as conseqüências da militância numa época de repressão (prisões, problemas com a família), o medo de perder o emprego, as condições de trabalho, o respeito às hierarquias e a rigidez do horário. Segundo o coordenador da atividade, Philadelpho Braz, a história do trabalho envolve a pessoa de tal forma que acaba se tornando o centro do universo.

Mulheres de Eldorado
Apresentação do grupo de dança formado por mulheres do Bairro Eldorado de Diadema
Espaços de diálogo:
São momentos dentro do Congresso onde, a partir de inscrição prévia, pesquisadores acadêmicos e não acadêmicos, estudantes, memorialistas e protagonistas, discutem, entre si e com o público presente, temas que estudam, pesquisam, vivenciam e/ou vivenciaram.

1. Dança no ABC
Coord. Arlete Feriani – socióloga, pesquisadora de dança e membro do GIPEM

2. Gestão de Cultura e Ação Cultural
Coord. Dalila Teles Veras – escritora, editora e animadora cultural

3. Futebol Operário
Coord. José Eduardo Assumpção – professor de Educação Física da Prefeitura do Município de São Bernardo do Campo e membro do COMPAHC-SBC
O futebol praticado dentro das empresas teve um papel importante na história do esporte e da própria região. Por conta disso, o Espaço de Diálogo realizado na tarde do dia 24, com o tema “Futebol Operário”, estimulou historiadores, memorialistas, alunos da Escola Estadual Iracema Munhoz e amantes do esporte a compartilharem lembranças de bons times – como o Irmãos Romano e o DER – e bons “causos”.Um dos participantes, Walter Adão, de Diadema, lembrou que a história do futebol nas fábricas é bastante rica. Os diversos campeonatos tinham a finalidade de confraternizar os funcionários. “Futebol é a coisa mais bonita para se fazer amizades”, disse.Ciro Cassetari, ex-presidente do Palestra de São Bernardo, ressaltou que as fábricas estimulavam os funcionários a praticar esporte. Eram muitos times formados e os clubes – ou Associações Desportivas Classistas (ADC) – ficaram tão fortes que buscavam jogadores de fora. “As fábricas contratavam bons jogadores, que viravam funcionários efetivos, dando expediente na empresa”, contou.Perguntados sobre o futuro, a opinião foi praticamente unânime: o futebol de fábrica está acabando. “As empresas não aplicam mais no futebol, estão enxugando seus quadros de operários e não têm mais condições para isso”, lamentou Cassetari.
4. Movimentos Sociais (Memória e Meio Ambiente)
Coord. Simone Scifoni – geógrafa do IPHAN e membro do COMPAHC-SBC

5. Educação e cultura: construção de conhecimentos
Coord. Alexandre Takara – professor de Antropologia da UMESP e Secretário Adjunto de Cultura, Esportes e Lazer de Santo André.

6. As cenas musicais no ABC
Coord. Júlio Mendonça - analista de cultura da Prefeitura do Município de São Bernardo do Campo

7. Culturas e formas de trabalho
Coord. Marcos Sidnei Pagotto-Euzebio – professor de Filosofia e coordenador geral de Pesquisa e Pós-Graduação da FAENAC

Diálogo com a produção científica sobre o ABC (apresentação de pôsteres)
Mesa de debate
O papel das Instituições de Ensino Superior do ABC no desenvolvimento regional
*Paulo Rogério Stella – professor da UMESP e Pró-Reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão do Centro Universitário Fundação Santo André.
*Paulo Bessa – professor de Psicologia e Pró-Reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da UMESP
*Joaquim Celso Freire e Silva – professor da Universidade IMES
*Coord. Jeroen Johannes Klink – Professor-Adjunto na área de Análise Econômica para Ciência e Tecnologia e Pró-Reitor Pró-Tempore de Extensão da Universidade Federal do ABC.
A universidade como laboratório para novas soluções.
Ir além do ensino puro e simples, preparar os alunos para pensar e propor soluções dos problemas econômico-sociais da região. Em linhas gerais, foi o ponto central da Mesa de Debate “O Papel das Instituições de Ensino Superior do ABC no Desenvolvimento Regional”, que aconteceu na noite do dia 24. Os debatedores, representando as principais universidades do Grande ABC, abordaram os diversos projetos de extensão universitária desenvolvidos atualmente, que buscam auxiliar o desenvolvimento de todo o Grande ABC.Para o coordenador da mesa, o Prof. Jeroen J. Klink, existe a necessidade de uma melhor articulação entre universidades e o setor produtivo. “A universidade deve apoiar a reestruturação produtiva, propor mudanças para um melhor modelo de desenvolvimento”, afirmou.


quarta-feira, 23 de maio de 2007

9º Congresso de História do Grande ABC


Conferência:
A Produção da Vida
*Suzanna Sochaczewski (conferencista) – socióloga , coordenadora de educação do DIEESE
*Luis Paulo Bresciani (debatedor) – Secretário de Desenvolvimento Econômico e Ação Regional da Prefeitura de Santo André e Professor da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (IMES)
*Antonio Possidônio Sampaio (debatedor) – advogado e escritor
*Coord. Alexandre Polesi - jornalista, diretor editorial do Grupo Olho Vivo e da ABC Editorial

Mesas de debate
1 - A indústria hoje no ABC – Adeus ao trabalho?
*Tarso de Melo – advogado e poeta
*Angelo Marcos Queiroz Prates – economista, professor e coordenador do Curso de Ciências Econômicas da Fundação Educacional Guaxupé.
*Jefferson José da Conceição – economista do DIEESE
*José Armando Pereira da Silva – pesquisador da história cultural, membro da A.B.C.A.
*Coord. Terezinha Ferrari – professora de história e sociologia do trabalho no Centro Universitário Fundação Santo André

2 - Regionalidade: contradições históricas e culturais
*Matilde Maria Almeida Melo – professora de Sociologia da PUC-SP
*João Carlos de Moraes – Coordenador do Núcleo de Pesquisa Institucional em Desenvolvimento Regional da FAENAC
*Daniel Lima – jornalista, escritor e diretor-editorial da revista LivreMercado
*Coord. Ademir Médici – jornalista e pesquisador da história do Grande ABC

Conversas de Memória I
Momento livre para pesquisadores, memorialistas e protagonistas trocarem idéias, experiências, contarem causos e compartilharem memórias.

Relíquias de História
Apresentação de peça teatral com alunos que integraram as oficinas de teatro de São Bernardo do Campo

terça-feira, 22 de maio de 2007

9º Congresso de História do Grande ABC



Entrega das obras de reforma geral da EMEB Santa Terezinha - O local escolhido para abrigar o evento, a antiga Escola Municipal de Educação Básica Santa Terezinha, foi a primeira escola do ensino pré-primário municipal de São Bernardo do Campo, fundada em 1960. Tombada pelo Conselho Municipal de Patrimônio Histórico Artístico e Cultural, em 2001, o espaço foi totalmente recuperado para a realização do Congresso.
Solenidade de abertura do 9º Congresso de História do Grande ABC
Apresentação musical com Esqui
Exposições
Lançamento de livros
Apresentação do Grupo Folclórico de Congada do Parque São Bernardo

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Dia de Combate a violência e exploração sexual de crianças e adolescentes


O Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e adolescentes, nesta sexta-feira, 18 de maio, será marcado por palestras, debates, apresentação de filme e atividades de conscientização na rede de ensino municipal, nas unidades básicas de saúde e nos serviços públicos de São Bernardo.
O Teatro Cacilda Becker, no Paço, terá programação especial a partir das 13h30. Entre os convidados, o desembargador Antonio Carlos Malheiros, responsável pela Coordenadoria da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo, e o juiz Luiz Carlos Ditommaso, da Vara da Infância e da Juventude do Fórum de São Bernardo, abordarão os aspectos jurídicos da violência sexual. A partir das 14h30, serão apresentados os problemas de ordem médica e psíquica pelo ginecologista Jefferson Drezett, coordenador do Serviço de Violência Sexual do Hospital Pérola Byington, de São Paulo. O debate sobre o tema virá na seqüência.
A outra atração ficará por conta da exibição do premiado filme Anjos do Sol, de Rudi Lagemann. A fita relata a história de uma garota de 12 anos que é vendida pela família a um recrutador de prostitutas. Maria (Fernanda Carvalho) é encaminhada para um prostíbulo na Floresta Amazônica, onde sofre vários abusos sexuais. O elenco traz Antônio Calloni, Chico Diaz, Otávio Augusto, Vera Holtz e Darlene Glória, entre outros.
Paralelamente à programação no teatro, durante todo o dia, várias atividades ocorrerão nas escolas e órgãos públicos municipais com distribuição de panfletos de orientação e conscientização. Uma das recomendações em casos de exploração e abuso sexual contra crianças e adolescentes é denunciar os crimes na própria Delegacia de Defesa da Mulher ou pelos telefones 0800 7737-888.
O dia 18 de maio foi instituído pela lei federal 9.970, de 2000. A data é em protesto ao crime contra Araceli Cabrera Sanches que, aos 8 anos, em 1973, foi seqüestrada, drogada, espancada, estuprada e morta em Vitória, no Espírito Santo.