domingo, 18 de maio de 2008

Taboão da Serra


Taboão da Serra é um município brasileiro do estado de São Paulo, localizado na Região Metropolitana de São Paulo.

Sem divisas geográficas relevantes com a capital paulista, Taboão da Serra não se distingue dos bairros paulistanos que fazem divisa com a cidade, como Butantã e Campo Limpo. Por muitos anos, a cidade se dividiu entre o perfil de cidade “dormitório” – residência de muitos trabalhadores da cidade de São Paulo – e de localidade industrial.

Até meados da década de 1990, a cidade mantinha o perfil industrial como principal atividade econômica. O parque industrial da cidade, no entanto, não era suficientemente robusto para absorver toda a mão-de-obra da cidade, que acabava se deslocando até São Paulo para encontrar emprego. No início dos anos 2000, o caráter econômico passou por mudanças.

Com o encarecimento dos custos e os problemas de tráfego, muitas indústrias deixaram a cidade e o município passou a ter características mais comerciais, passando a ocupar em poucos anos o posto de pólo de atração de serviços da região sudoeste da Grande São Paulo. Nessa época, grandes varejistas – como o Grupo Pão de Açúcar, Carrefour, Wal Mart e a Nacional Iguatemi (administradora do Shopping Taboão) – realizaram investimentos na cidade, o que consolidou o perfil terciário da cidade.

A vinda de grandes varejistas abriu novas frentes de emprego e oportunidades para os habitantes. Com a chegada dessas empresas, a cidade passou a contar com serviços que não existiam na cidade, como cinemas e supermercado aberto 24 horas. Isso consolidou a cidade como pólo de atração de cidades vizinhas – como Embu e Itapecerica da Serra – e de bairros paulistanos próximos – como o Butantã, Vila Sônia, Portal do Morumbi, Campo Limpo e Capão Redondo.

Apesar da mudança econômica, a cidade ainda sofre com os problemas comuns às áreas periféricas das grandes cidades brasileiras. Os índices de criminalidade são altos, principalmente na região periférica, cuja população se concentra em atividades de baixa e média escolaridade. Um exemplo do delicado quadro da segurança pública é a conquista da segunda delegacia de polícia, aprovada apenas em 2006.

Apesar desta conquista problemas políticos e orçamentários impedem a instalação do novo distrito policial que por decreto deverá ser localizado no bairro do Pirajuçara.

A história de Taboão da Serra é de certa forma antiga, e em alguns aspectos confunde com a própria história da cidade de São Paulo. A área que hoje se chama Taboão da Serra nos séculos XVI e XVII fez parte da rota dos bandeirantes paulistas que viviam nos arrebaldes que hoje pertence ao centro de São Paulo.

Muitos bandeirates passavam pelo município em busca de indios para escravizá-los e ao mesmo tempo servia de rota tanto para o litoral paulista, quanto ponto de passágem para a região sul do Brasil. No século XVI padres jesuítas passavam pelas matas que hoje faz parte do município para fundar áreas para protegerem os índios dos paulistas, localizada no município de Embú, divisa com Taboão da Serra. Quanto ao nome do município provavelmente veio da taboa, que é uma planta hidrófila que era facilmente encontrada na cidade, em brejos próximo ao córrego Pirajuçara que corre no município. E Serra provavelmente veio da forma do relevo exuberante que o município apresenta, funcionando como um imenso divisor de água.

Sendo assim, a palavra "taboa", veio do tupi, e "serra", português, o que deu nome ao município. Na região havia diversas aldeias indígenas que foram destruídas nos fins do século XIX e início do XX pelos europeus recem-chegados na região, tanto para a posse da terra para atividade agrícola, quanto para o surgimento de pequenas vilas, as quais foram formadas no início do século passado.

A emancipação de Itapecerica da Serra, e a conseqüente elevação à categoria de município, deu-se em 1° de janeiro de 1959, graças aos esforços de, entre outros, Léo Baranowsky, Sebastião da Cunha, Benedito Carneiro de Freitas, Hosuke Hatake, Luzia Hellmeister, Mary Rose Ducase Maciel, José Andrade de Moraes, José Ruiz Moreno e Álvaro Manoel de Oliveira.

A população estimada pelo IBGE em 2008 era de 224.757 habitantes[6] e a área é de 20km², o que gera uma densidade demográfica de 10.704,17 hab/km².

O clima da cidade, como em toda a Região Metropolitana de São Paulo, é subtropical. Verão pouco quente e chuvoso. Inverno ameno e subseco. A média de temperatura anual gira em torno dos 20Cº, sendo julho o mês mais frio (média de 15°C) e o mais quente fevereiro (média de 23°C). O índice pluviométrico anual fica em torno de 1300 mm.

O pequeno município tem como vizinhos a capital paulista, Embu, a sudoeste e oeste, e uma diminuta divisa com Cotia, a noroeste. Taboão da Serra é uma das menores cidades da Região Metropolitana de São Paulo.

38% são de capital paulista. 20% são de paulistas do interior ou descendentes, 23% são provenientes de outros municípios da Grande São Paulo, 8% são sulistas - principalmente do Paraná e Rio Grande do Sul - 10% são imigrantes ou descendentes - principalmente japoneses, coreanos, chineses e poloneses e 1% estão como outros.

Os de origem sulista e sudestina são, majoritariamente, de ascendência portuguesa, italiana, espanhola, alemã, polonesa, libanesa, ucraniana e holandesa.

A maior comunidade estrangeira da cidade é a dos japoneses, que representam cerca de 15% dos estrangeiros.

* Brancos 66,2%
* Amarelos 10,6%
* Pardos 14,4%
* Negros 8,8

* Eleitores: 161.120 (2000)
* Instituições Financeiras: 18 agências bancárias

Educação

Ensino (2004). Matrículas:

* Ensino fundamental: 34.806 matrículas
* Ensino médio: 12.330 matrículas

Saúde

* Estabelecimentos de saúde: 28 estabelecimentos
* Leitos hospitalares: 183 leitos
* Leitos hospitalares disponíveis ao SUS: 49 leitos

Rodovias

* Rodovia Régis Bittencourt (BR-116)

sexta-feira, 16 de maio de 2008

XV Feira Internacional de educação EDUCAR208

Palestra com Sônia Maria Colli de Souza (Mestra em Educação, pedagoga e psicopedagoga clínica, é coordenadora de Psicopedagogia em Educação na Unip – Universidade Paulista – e presidente da seção de São Paulo da ABPp – Associação Brasileira de Psicopedagogia).
O par educativo professor e aluno – uma relação vincular na (não) aprendizagem escolar. Pretende-se mostrar a importância da relação entre professor e aluno no âmbito escolar e levar à compreensão das várias maneiras como essa relação pode se estabelecer entre eles. Para a construção e desenvolvimento sadio dessa relação, serão abordados princípios da intervenção psicopedagógica institucional que visam cuidar do par educativo.

PAR EDUCATIVO é o vínculo que une aprendente e ensinante.





RELAÇÕES POSSÍVEIS DE SEREM ESTABELECIDAS PELOS PROFESSORES

· Imperialista
· Egocentrismo
· Amor – Deliberada intensão de favorecimento da aprendizagem, com compreensão e a otimização das capacidades do aluno.

SENTIMENTOS CONSTRUÍDOS PELO ALUNO A RESPEITO DO PROFESSOR

1. Amor
· Transferência = Transfere sua atenção à outro
· Generosidade = Quer agradar ao professor
· Camaradagem = Aproximação em diferentes atividades
· Ciúme = Usa artimanhas para chamar a atenção
· Confiança = Sem medo

2. Hostilidade
· Tranferência – Transfere a um professor uma hostilidade realizada por outro
· Tranferência para si próprio = Faz o mal(físico/psicológico) a si próprio
· Tranferência para valores morais = Comete erros contra valores morais com a intensão de agredir ao professor
· Hostilidade aberta = Menospreza o professor perante as pessoas

3. Temos inibitório
· Tem fixação em pensar que o professor está sempre lhe vigiando. A figura desse professor é transferida para todos os agentes da educação, tornando todo ambiente persecutório

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Carcterísticas da indisciplina hoje

A questão da indisciplina no ambiente escolar está sempre em constante transformação e a realidade atual é bem diferente dos últimos anos. Não que hoje ela seja mais visível ou pior que antes, mas diferente. Uma evolução das realidades anteriores, tornando para os educadores uma missão mais desafiadora para ser resolvida de forma definitiva.
É importante pensar e debater qual é a efetiva parte da escola na questão indisciplinar e em sua manutenção. Isso é assumir que o seu papel não autoritário, muito menos prático que achar que a indisciplina surge e se mantém somente nos atos do aluno.
Conforme as nossas leis, existe a busca e a formação por um aluno mais questionador, autônomo e crítico, sendo ativo para pensar e agir sobre a realidade que o cerca. O grande objetivo da nossa escola de hoje é tirar o máximo do aluno essa essência de competências que ele possui. Porém o questionamento crítico tomando uma linha de maior contestação dentro da escola pode gerar conflitos diretos com o educador, que pode não estar preparado para essa forma de manifestação. Esse mesmo aluno já não considera importante as aulas simplesmente teóricas e tende a expressar sua insatisfação. Isso deve ser avaliado além de indisciplina e visto como uma forma de agir de uma consciência social em formação.
Se é importante a evolução desse aluno em sua consciência de cidadão, mais importante ainda é fazê-lo pensar e achar soluções para problemas e conflito, senão a indisciplina passa a ter um sentido de transtorno e inabilidade.
Também é importante ressaltar a indisciplina na relação escola-casa. Pois o aluno pode nesses dois lugares estar próximo ou praticar a indisciplina, podendo tanto em um lugar como no outro reforçar algumas características indisciplinares.
Existe, de fato, um aspecto relevante que interage a indisciplina e fatores do desenvolvimento psicossocial do aluno. E é um consenso de grande parte dos que lidão diretamente com a indisciplina que ela deve possuir ingredientes de motivação dos alunos e seus processos de aprendizagem. Deve-se levar em consideração essa questão no contexto do envolvimento emotivo e subjetivo entre educadores e estudantes. Em um ambiente escolar que tende a trabalhar preventivamente com a indisciplina é necessário criar relações humanas e de laços fortes de convívio o que é muito difícil quando pensamos nas superlotações das salas de aula.

CAUSAS

Não existe uma cultura preventiva de indisciplina. Também é notório a falta de preparo dos educadores frente a esse tema. Na escola é o lugar que geralmente a indisciplina se desenvolve e a própria escola a alimenta e a reforça. São diversas causas que levam a indisciplina. Mesmo ela representando uma ação individual, sua origem pode vir de um infinidade de motivações. Porém essa causa podem ser separadas em dois tipos: causa internas a escola e as causas externas. Nas causas internas ao ambiente escolar podem ser desde formas de ensino-aprendizagem, as relações humanas com seus diversos personagens, a adaptação às normas e esquemas cotidianos, o próprio ambiente escolar e até mesmo a personalidade do aluno. Nas causas externas temos o ambiente familiar, a violência social, as mídias e meios de comunicação entre diversos outros fatores.
Deve ser clara as diferenças entre a indisciplina escolar e qualquer outro contexto social que adentram a escola, como por exemplo, a violência urbana. Ela é uma das causas da indisciplina, mas não a explica em seu todo. E a escola não é a única responsável em enfrentar e combater a violência, mesmo que esse instituição sofra muito com esse mal.
Assim, é muito importante descartar a indisciplina simplesmente como uma questão de comportamento. Um bom comportamento não é sinal de disciplina, mas muito provavelmente, uma possível adaptação as regras impostas pela escola, ou uma apatia diante da rotina ou conformidade. Assim é a escola que deve instituir políticas disciplinares institucional com estratégias claras e eficazes de intervenção e prevenção, na escola inteira como também dentro da sala de aula.

PREVENÇÃO

Mas para isso, teve-se definir o que realmente é indisciplina? Baseada nessa reflexão é que se podem estabelecer bases para a criação desses parâmetros. E assim demarcando estratégias e procedimentos para a sua realização.
O melhor recurso que a escola pode criar contra a indisciplina é uma diretriz disciplinar ampla baseada na prevenção. Qualquer iniciativa tomada por escola sobre esse tema e que hoje desfrutam de um baixo índice de indisciplina não foram beneficiadas pelo acaso, muito menos com ações de curto prazo.
É necessário formar orientações disciplinares (regras e procedimentos) claras e com uma base ampla e sólida. E para isso indispensável à participação dos alunos na sua elaboração, sendo um elemento importante, já que ganha legitimidade e tornando-se conhecida por todos os envolvidos diretamente no processo, criando um sentimento de pertencer ao trabalho e valorizar o suas motivações, coletividades e seus sensos de responsabilidade. Essa forma democrática de elaboração de ação direta contra a indisciplina oferece os resultados mais positivos, deixando de lado a autocracia das lei que são escritas de cima para baixo, de quem manda para os comandados.
Essa orientações devem ser divulgadas amplamente e ficar claras e conhecidas por todos que integram a comunidade escolar. E essas diretrizes não podem se limitar à organização da vida dentro da escola, mas deve servir d e guia para toda a comunidade em volta no objetivo do aprimoramento da disciplina.
O ambiente escolar deve ser humanista, valorizando o diálogo, afetividade e praticara democracia. Tornar real o conhecimento e a realidade dos estudantes como pessoas. E essas mudanças devem se basear no compromisso às regras estabelecidas, realizações, transformações, individualizar os problemas e apoiar as atividades curriculares e extracurriculares. A indisciplina também é objetivo educacional.
A direção da escola por sua vez, deve integrar alunos e professores e que ela deve estar presente em todos os espaços da escola. De modo informal, promover o relacionamento harmonioso entre todos e expressar completo interesse pelas atividades desenvolvidas dentro da escola. A direção também deve oferecer maior autonomia aos professores para enfrentarem problemas de indisciplina dentro da sala de aula, mas desenvolvendo um trabalho em parceria com intervenções da equipe de apoio pedagógico.E o mais importante é diminuir as distâncias entre escola e sociedade. E o desafio é grande, já que é necessário ampliar o envolvimento dos pais nas atividades desenvolvidas dentro da escola. É de extrema importância fazer com que a comunidade seja ciente das metas, realizações e atividades escolares e participe de discussões relevantes à vida escolar, questões pedagógicas e de atividades extracurriculares.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Visita à EMEF Campo Salles - Heliópolis - São Paulo







"Quebrar as paredes é uma forma do professor encarar uma nova realidade, exige que ele trabalhe coletivamente com os outros professores", afirma Braz Nogueira, diretor da EMEF Campos Salles, que desde 2005 repensa a educação através de cinco princípios: autonomia, responsabilidade, solidariedade, tudo passa pela educação e escola como centro de liderança. Apoiado pela UNAS o novo jeito de tratar a educação é inspirado na Escola da Ponte, em Portugal, onde as paredes não existem, integrando pessoas e aprendizado. No último dia 11 de fevereiro as aulas foram iniciadas co educação renovada. Em adaptação, os alunos têm mostrado uma mudança, até mesmo com os pais em casa. Hoje os filhos não saem mais cedo da escola, entram às 7h e sai ao meio dia. " O professor hoje prepara um roteiro quinzenal para fazer o trabalho e desenvolvimento em sala de aula. O professor leva os alunos para uma sala individual, passa uma explicação específica e logo após, os alunos são levados para o salão, onde sentam em grupos e se articula. Porque sem educação não se resolvem os problemas. Quando falo de educação, falo da educação humana, da fome, da saúde, enfim, tudo gira em torno da educação", explica Braz. Ressaltou também, que é importante trabalhar esses princípois nos projetosda UNAS e transformar Heliópolis em um bairro educador. (texto extraído do "Jornal UNAS Heliópolis - março de 2005 n° 13)



Quis muito conhecer esse projeto que me impressionou muito com relação a democracia na gestão escolar. Fui bem recebido pelo diretor da escola, o simpático professor Braz Nogueira que fez questão de nos apresentar todos os prós e contras dessa iniciativa, além de nos explanar sobre os próximos objetivos e também fez questão de nos mostrar o bairro de Heliópolis com seus projetos sociais.

É possível boas iniciativas para a educação pensando que a função da escola é de agente transformador da sociedade...

Agradeço a acolhida e a ótima lição sobre gestão que tive

Obrigado Braz e um forte abraço.


quarta-feira, 2 de abril de 2008

Jogos Olímpicos 2008 Pequim


Mais uma vez me inscrevi para o trabalho voluntário, desta vez para os Jogos Olímpicos de Pequim. Recebi hoje, por e-mail uma carta do comitê organizador, mas é improvável que participe desse trabalho, mas fico muito feliz por me colocar mais uma vez a disposição desse evento tão importante para a humanidade

sexta-feira, 28 de março de 2008

diretor de escola e conselho de escola

A participação de todos os envolvidos na escola é a melhor forma de termos uma escola mais democrática e autônoma, ajudando, e muito, no ambiente de formação e aprendizagem. E o conselho de escola é o grande instrumento transformador e aglutinador de todos esses personagens. É lá que educadores e comunidade interagem nas questões mais pertinentes da vida escolar que vai das administrativas e financeiras até questões de ordem pedagógica, formando parâmetros, de forma conjunta, para delimitar as ações futuras da escola.
Conhecendo bem todos os tramites legislativos e burocráticos e formando um elo entre o poder público e a comunidade, o diretor de escola, passa ser uma pessoa bastante indicada para exercer o papel também de presidente do conselho de escola. Mas essa questão é delicada, já que o acúmulo de funções pode causar sérios problemas de autonomia do conselho.
O presidente do conselho deve ter o poder de até mesmo sendo necessário, pedir o afastamento de maus funcionários, inclusive da direção da escola, mas sendo o diretor e o presidente a mesma pessoa, a característica democrática do órgão perde o sentido. Talvez seja a possível sim o acumulo de funções quando a direção da escola seja escolhida em eleições diretas, estando ela no cargo avaliada e respaldada pela comunidade que a elegeu por maioria. Mas quando o ocupante do cargo for concursado, corre-se o risco sério de controle autoritário de todo o sistema, o que é perigoso demais quando buscamos constantemente hoje a valorização de uma escola democrática

sexta-feira, 14 de março de 2008

1° Congresso Cidade-Escola São Bernardo do Campo


Nos dias 13 e 14 de março ocorreu o 1° Congresso Cidade-Escola em São Bernardo do Campo. 
Tirando o caráter político do evento, já que todos os professores da rede municipal foram OBRIGADOS a 
participarem do evento, os convidados para prestarem seus depoimentos deram bons exemplos sobre 
uma educação planejada para todos e por todos; 

Foi um Congresso muito bom com uma ótima troca de experiências;

Boas realidades não faltaram: 
Como o projeto "Bairro Educativos e Educação Comunitária" de Nova Iguaçú com o depoimento de Maria Helena Cautiero H. Jardim o caso da Escola "Maloquinha" no Peruche, cidade de São Paulo. O jornalista Gilberto Dimenstein, presidente da Associação Cidade Escola Aprendiz também deu seu depoimento e o Projeto Heliópolis/SP, focado na gestão participativa e na construção da cultura da paz;

A cidade Escola insere um viés educativo em todas as atividades da Administração, nas mais diversas áreas, e São Bernardo assume o compromisso de ser uma Cidade Escola com foco na formação, promoção e desenvolvimento de todos os habitantes. Durante o evento, São Bernardo assinou sua adesão à Associação Internacional de Cidades Educadoras (AICE) - entidade criada em 1990 em Barcelona, na Espanha, com o objetivo de implementar projetos e políticas públicas para melhorar a qualidade de vida de seus habitantes -, atualmente 35 países integram a Associação.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

UNICID Licenciatura em Pedagogia - Matriz Curricular


Olha o que vou encara nos meus próximos três anos.

É um novo desafio que encaro e que estou muito animado com essa nova experiência.


01
Sociologia da Educação..............................................................................80h
Alfabetização e Letramento.....................................................................60h
02
História da Educação.................................................................................40h
Pesquisa em Educação..............................................................................40h
Fundamentos Filosóficos da Educação....................................................80h
03
Psicologia do Desenvolvimento................................................................80h
Linguagens e Códigos................................................................................60h
Organização do Trabalho Pedagógico.....................................................80h
Atividade Complementar.........................................................................10h
04
Cultura da Infância...................................................................................80h
Gestão e Organização Escolar.................................................................80h
Atividade Complementar........................................................................ 10h
05
Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Alfabetização..................80h
Teorias de Currículo................................................................................ 80h
Atividade Complementar.........................................................................10h
06
Área de Conhecimento: Língua Portuguesa..........................................80h
Novas Linguagens em Educação.............................................................60h
Arte e Formação de Professores.............................................................40h
Atividade Complementar.........................................................................10h
07
Estágio I - Docência nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e/ou
Educação de Jovens e Adultos..............................................................100h
Psicologia e Educação...............................................................................40h
Educação Inclusiva...................................................................................60h
Fundamentos da Educação Matemática...............................................80h
Área de Conhecimento: Matemática.....................................................80h
Atividade Complementar....................................................................... 10h
08
Avaliação da Educação.............................................................................60h
Avaliação da Aprendizagem....................................................................60h
Políticas Públicas em Educação..............................................................80h
Educação de Jovens e Adultos................................................................60h
Atividade Complementar........................................................................10h
09
Estágio II - Docência na Educação infantil.........................................100h
Arte no Contexto Escolar........................................................................40h
Literatura Infantil....................................................................................80h
Jogos, Brinquedos e Brincadeiras..........................................................80h
Atenção à Saúde Infantil.........................................................................60h
Atividade Complementar........................................................................10h
10
Fundamentos Teóricos e Práticos do Ensino de Ciências...................80h
Educação, Corpo e Movimento...............................................................80h
Intervenção e Aprendizagem: Adolescência........................................60h
Dimensões da Não-Aprendizagem........................................................40h
Atividade Complementar........................................................................10h
11
Estágio III - Gestão Integradora: Direção, Coordenação Pedagógica
e Supervisão de Ensino.........................................................................100h
Antropologia cultural..............................................................................40h
Escola e Sociedade..................................................................................40h
Gestão Educacional: Direção, Coordenação e Supervisão................120h
Profissão Docente....................................................................................40h
Atividade Complementar.......................................................................10h
12
Fundamentos Teóricos e Práticos do Ensino de Geografia...............80h
Fundamentos Teóricos e Práticos do Ensino de História..................80h
História, Política e Sociedade.................................................................40h
Atividade Complementar.......................................................................10h


Carga Horária Prática 400h
Carga Horária Parcial 3300h