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sábado, 16 de maio de 2009
XVI EDUCAR 2009
Tem como público-alvo gestores educacionais, isto é, mantenedores, diretores, reitores e pró-reitores, além de coordenadores, professores e demais profissionais de educação. Contou também com a presença de Secretários de Educação, principalmente na cerimônia de abertura do primeiro dia (13/05).
Proibido acesso de menores de 18 anos desacompanhados dos pais.
Proibido acesso de caravanas de estudantes, mesmo acompanhados por professores.
Visitação: acesso gratuito à Feira, mediante apresentação de convite ou credenciamento prévio via internet. Os convites dão acesso gratuito durante todo o período. O credenciamento via internet só dá acesso gratuito nos três primeiros dias. No sábado, o convite impresso pelo site permite um desconto de 50% no ingresso da Feira.
Os ingressos custam R$ 8,00 para visitantes que não se inscreverem previamente no site ou que não possuírem convite.
Dentre os produtos e serviços: assessoria, automação, brindes, brinquedos educativos e pedagógicos, consultorias, construção civil, editoras, e-learning, entretenimento, gráficas, intercâmbio, idiomas, informática, instituição financeira, laboratórios, material escolar, material de higiene e limpeza, mobiliários, playgroud, portais educacionais, saúde educacional, segurança patrimonial, sistemas didáticos, tecnologia, telecomunicações, uniformes escolares, veículos escolares, vídeos educativos, entre outros. Em um total de : 192 empresas expositoras no ano passado e na estimativa de 50 mil visitntes esse ano.
Alguns estandes da Feira ofereceram palestras gratuitas para os visitantes, inclusive com possibilidade de entrega de certificado de participação.
O Congresso também ofereceu uma programação de palestras gratuitas, todavia sem o fornecimento de certificado de participação.
Local: Expo Center Norte - Pavilhão Amarelo
Av. Otto Baumgart, 1.000 – Vila Guilherme , São Paulo, Brasi
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Semana Interna de Prevenção de Acidente de Trabalho - 1° dia
O objetivo do encontro é sensibilizar os funcionários em relação ao tema e divulgar o trabalho do órgão, que possui hoje 160 funcionários participantes dentro da Prefeitura.
A Cipa tem como função promover a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a preservar a saúde. Durante os cinco dias de evento, que acontece das 8h às 12h, os participantes poderão assistir a palestras sobre oito temas diferentes, no qual a de hoje foi sobre a Osteoporose.
Também ocorrerão os seguintes temas: Câncer de Mama, Útero e Próstata; Dependência Química; Primeiros Socorros – Emergências Clínicas e Traumáticas; Como o Trânsito pode Influenciar na sua Qualidade de Vida; Saúde Bucal; DST/AIDS e Hepatite B e C; e O Dia Mais Difícil da Minha Vida (pelo Corpo de Bombeiros).
quarta-feira, 29 de abril de 2009
VII Congresso Internacional de Educação - Fundação Santillana

Educação no contexto de múltiplas linguagens
A Fundação Santillana, com o patrocínio da editora Moderna, realizou no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo (SP) o VII Congresso Internacional de Educação. O congresso reuniu mais de 10 mil professores da rede pública de ensino para discutir o tema: “Educação no Contexto de Múltiplas Linguagens”. A principal proposta do VII Congresso foi refletir sobre a competência comunicativa e o uso de diferentes linguagens no processo ensino-aprendizado. A oralidade na sala de aula, o emprego de expressões artísticas, como o grafite, o uso de jornais e outros veículos de comunicação e do blog como suportes didáticos foram alguns dos temas da programação. O evento contou com a presença de especialistas brasileiros e do professor Carlos Lomas Garcia, doutor em educação e assessor para formação de professores de Gifón (Espanha). Além disso, o roteirista Walcyr Carrasco, premiado autor de novelas, discutiu a importância da leitura de peças de teatro na sala de aula.
• A relação entre oralidade e a escrita na sala de aula
Palestrante: Prof. Dr. Claudemir Belinante, Faculdade de Educação – USP.
• A linguagem nas ciências naturais
Palestrante: Prof. Dr. Antônio Carlos Amorim, Faculdade de Educação – Unicamp.
• A produção de textos na escola
Palestrante: Profa. Maria José Nóbrega, Assessora da Secretaria Municipal de São Paulo e Consultora Pedagógica das revistas Carta na Escola e Carta Fundamental.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
A importancia das Instituições de Ensino para o Desenvolvimento Infantil - Rita Coelho

sábado, 11 de abril de 2009
Caminho Suave


E foram muitas lições, muitas histórias, muitas descobertas do A ao Z: do Tatu, ...da Vaca,... da Zabumba. Tinha uma lição do X, a mais difícil (para muitos até hoje), apresentava os modos de usar a letra x, as partes que eu me lembro de cor é assim: Eu me chamo x(xis). Sou uma letra muito interessante. Sabem por quê? Por que tenho cinco valores: Sou ch: xale, xadrez... Sou s : exceção, excesso... Sou ss: máximo... Sou z : exame...Sou qç: (não lembro do exemplo da cartilha mas é o caso do “agrotóxico”). 
quarta-feira, 25 de março de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
A escola do futuro

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Um Dia de Chuva
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
A escola educa ou socializa?
A idéia inicial sobre o debate entre educação e socialização é perceber que a questão pula os muros das escolas e que o problema de incivilidade e de desintegração na sociedade brasileira tem uma relação direta com a educação. Também é verificar que a escola assumi um papel de extrema importância para sanar alguns (deixo claro, alguns) desses males sem se apegar em teorias cívicas e morais, mas em comportamentos e atitudes na escola em todas as suas manifestações. Fala-se muito em cidadania e educação para cidadania, mas pouco nas forma práticas e comprovadamente efetivas para obtê-la.
Todo um processo de urbanização e crescimento econômico desfez laços sociais que unia boa parte da população. Há uma perda no sentido de responsabilidade social, sobretudo nas grandes cidades. Junto a isso, as desigualdades sociais e econômicas nas formas mais extremos contribuem para fortalecer o anti-social, levando parte dos jovens segregados a criminalidade e delinqüência (triste é pensar que estimativas nos revelam que gastos com segurança de todos os tipos ultrapassam os gastos com educação. É pensar que no inverso, em uma sociedade mais justa e mais educada, economize em segurança). Chegamos então na questão real do papel da escola no desenvolvimento da cidadania, da socialização como sendo um dos papeis da escola. Desde muito cedo sentimos necessidade de saber o que é certo e o que é errado. Mas as noções e os hábitos de decência, civilidade e responsabilidade social são aprendidos. A escola é uma agência de socialização, intermediando o processo entre a família e a sociedade. É uma etapa de transição para entrar na sociedade. Portanto, não será grande novidade dizer que a escola tem um papel de extraordinária importância no desenvolvimento da cidadania e da socialização. Ela é parte cotidiana do período importantíssimo na vida e no desenvolvimento de um ser humano. Dos sete e quinze anos, no ensino fundamental acontece quase tudo que há para acontecer neste processo de socialização. E quem não participa desse processo, cria em si o que podemos considerar um déficit, não só individualmente, mas provavelmente será um ônus para a sociedade, com forte probabilidade de comportamentos anti-sociais. A função da escola é claramente e indiscutivelmente decisiva. Não é fácil, é claro, mas por outro lado, há uma necessidade de que possa socializar com valores sadios e coerentes com uma sociedade harmoniosa.
O lado mais complicado da equação é que ao chegar à escola a criança já teve sete anos de socialização na família. A família é uma pré-educação para a cidadania. Caso falhe nesse processo, o trabalho da escola se torna muito mais trabalhosos. De fato, isso é um problema sério no caso de crianças de famílias destruídas, de meios miseráveis, de situações de pobreza absoluta, de comportamentos anti-sociais dos pais. Mas qualquer que seja o quadro, o papel da escola na formação de valores e na cidadania é vital e fatal para qualquer sociedade.
Mas como fazer uma escola para cidadania? Queremos moralidade e civismo na escola. Toda tentativa de discutir o assunto é eletrizada pelas falsas e verdadeiras mazelas do período militar com os cursos de moral e cívica. Mas há uma tendência para achar que tais cursos ensinam sobre direitos e deveres do cidadão, sobre leis e constituição, como funciona o governo e coisas deste tipo. Os valores se aprendem na escola pelo que ela é, pelo que ela pratica no seu funcionamento cotidiano. Civismo e comportamento ético são assuntos da escola como um todo, não de disciplinas que tentam ensiná-los especificamente. A escola em todas as suas atividades é que recebe a tarefa da educação para valores. Isto não é uma atribuição específica como decidir que raiz quadrada se aprende no curso de matemática. A grande lição da escola vem pelo que os estudantes presenciam na sua prática cotidiana. É tornando a escola mais digna, mais íntegra que se obtém o ensino da dignidade e da ética. A escola boa e séria ensina educa para os valores, sem fazer força, sem tentar. Valores se ensinam em cada uma e em todas as disciplinas. É a idéia forte de que os assuntos ultrapassam as fronteiras disciplinares e é isso que lhes dá força e vigência. Aprende-se participando, sendo ativo e não passivo do que acontece a sua volta.
A escola é um grande laboratório onde se podem criar universos sociais e aprender o seu funcionamento. Trabalho comunitário. Conferências, debates e narrativas sobre situações vividas, experiências de vida. Há muito debate e idéias para agregar ferramentas no processo de socialização. Educação e escola é onde todos devem participar, não é assunto exclusivo de governo. Escolas boas dependem da participação da sociedade civil, da vontade coletiva do povo. Isso é socialização.
