quinta-feira, 28 de outubro de 2004

O Bicho

Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem.

segunda-feira, 25 de outubro de 2004

Amigos

Para conhecermos os amigos é necessário passar
pelo sucesso e pela desgraça.
No sucesso, verificamos a quantidade e,
na desgraça, a qualidade.
" Confúcio ”

domingo, 29 de agosto de 2004

Ibiúna


Município que se localiza a uma latitude 23º39'23" sul e a uma longitude 47º13'21" oeste, estando a uma altitude de 996 metros. Sua população estimada em 2003 era de 73.905 habitantes.

Ibiúna é um dos 29 municípios paulistas considerados estâncias turísticas pelo Estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de Estância Turística, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.

A origem do município de Una, atual Ibiúna, vem do tupi-guarani. Una é um vocábulo tupi-guarani que significa "negro", "escuro", "preto", e ybi que significa "terra". Assim sendo, Ibiúna na linguagem tupi-guarani, significa "terra preta".

O rio que banha a cidade "rio de Una", é que lhe deu o nome primitivo de Una.
Trata-se de uma corruptela do "Y Una", que em tupi guarani significa Y - água e Uma - preta. Portanto, Y Una, significa água preta. Os mais antigos ao pronunciarem o nome anterior do município usam a expressão Yuna e apenas uma parte da população usava a pronúncia Una.
Como existiam dois municípios com a mesma denominação de Una, sendo o nosso aqui no Estado de São Paulo e outro no Estado da Bahia, um teria que ter a sua denominação mudada ou alterada.
Entretanto, o município baiano por ser mais antigo e considerado na época de maior valor histórico, herdou em definitivo a denominação de Una.
Mas pelo decreto-lei estadual n° 14334 de 30 de novembro de 1944, o município paulista de Una passou a denominar-se Ibiúna.

ASSIM NASCEU UNA

Por volta de 1710 Manoel de Oliveira Carvalho, se instalou no vale de Una, nas terras de São Roque, Vila de Sorocaba, em uma sesmaria de terras que pertenciam a seu sogro Felipe Santiago, que as cultivava já há alguns anos. Com a morte de Felipe Santiago neste mesmo ano de 1710 Manoel de Oliveira Carvalho requereu para si esta mesma sesmaria, cujas terras estavam sendo questionadas pêlos vizinhos ou supostos invasores. Foi-lhe então outorgada pela Coroa Real a partir de 15 de julho de 1711 a carta de sesmaria de uma légua de terras em quadra, principiando no rio Sorócabussu do sudeste pela estrada de Sorocaba, até as águas de Francisco Duarte e Pedro Machado, com outra légua de sertão correndo pelo rio de Una, acima. Foi ainda concedida a Manoel de Oliveira Carvalho em junho de 1713 a patente de Capitão da Ordenança da Freguesia de Cotia, em virtude do falecimento do Capitão Ignácio Soares.

Esta povoação de Una era então uma fazenda tocada a braços de escravos pertencentes ao abastado capitão Manoel de Oliveira Carvalho, denominada Sítio do Paiol. O capitão fez construir uma capela sob a invocação de Nossa Senhora das Dores de Una, nas terras de São Roque. Por volta de 1750, se instalava no vale de Una, nas terras do bairro Piratuba, Cocaes e Ressaca, a família do Dr. Helvidio Rosa, vindos de Sorocaba. Formaram naqueles terras uma importante fazenda com o trabalho de escravos, sendo que na sede havia loja de armarinhos, leiteria, selaria, venda e pernoites, tornando o local um ponto de parada destinado a tropeiros e viajantes. A prova desse assentamento é a de um crucifixo histórico, que consta pertencer aos antepassados de Helvidio Rosa e que foi encontrado em uma escavação de terras na feitura de um açude. Mais tarde estas terras já sob a denominação de Fazenda Velha dos Rosas, foi adquirida por João Cafezal Domingues e Benedito Domingues. Com a morte do capitão Manoel de Oliveira Carvalho, provavelmente em 1780, as terras e fazenda de propriedade do capitão passaram a pertencer por herança a seu filho Manoel de Oliveira Costa, que mandou erigir uma capela mais ampla, no mesmo local da capela primitiva, sob a mesma invocação de Nossa Senhora das Dores de Una, para os usos religiosos de sua família, escravos e agregados. Nas imediações da capela foram sendo construídas as primeiras casas de barrote e taipa. Em pouco tempo o local tornou-se parada obrigatória dos viajantes, mascates e os tropeiros que ascendiam seus fogos em redor do templo. A impressão que se tinha era a de um presépio permanente. E essa impressão viria-dar à Vila de Una o cognome de “A Cidade Presépio”. Mais tarde estas terras e fazenda passaram a posse do Capitão Salvador Leonardo Rolim de Oliveira, por ato de compra e venda, já denominada Fazenda Velha de Una.

Seus irmãos Bernardo Antunes Rolim de Oliveira e João Rolim de Oliveira, todos vindos de Sorocaba, também adquiriram glebas que iam da serra de São Francisco em sentido oposto, rumo a Sorocaba. O capitão Salvador Leonardo Rolim de Oliveira ficou com a gleba já no atual centro do vilarejo de Una. Animado pelo bom espírito religioso do povo (escravos, agregados, viajantes e tropeiros), que careciam de apoio espiritual, requereu o Alvará Régio expedido em 29 de agosto de 1811 por Dom Matheus de Abreu Pereira por ordem do Príncipe Regente Dom Pedro I, que elevou o vale de Una à condição de Freguesia e Paróquia do Povoado, sob a égide de Nossa Senhora das Dores de Una. Q território foi formado com partes desanexadas das freguesias confinantes de Sorocaba, Cotia e Parnaíba nas terras de São Roque. A extensão territorial de Una ficou estimada em 1.093 km2. Em 11 de fevereiro de 1811 nascia no vilarejo de Una o seu primeiro filho ilustre - Jesuíno José Soares, que mais tarde passou a assinar Jesuíno José Soares de Arruda. Era filho do casal de portugueses Francisco António dos Santos e Brandina Soares, radicados em Una desde 1790 e que possuíam uma loja de armarinhos no bairro do Curral. Jesuíno era tropeiro de profissão e viria fundar em 1857 o próspero município de São Carlos, no interior do Estado de São Paulo. O bairro do Curral recebeu essa denominação por ser naqueles tempos um local muito apropriado para o descanso e pernoites de tropas e sua proximidade com a Vila de Una. Esse bairro serviu de parada e pouso para as tropas de Duque de Caxias, quando por aqui passava em suas sucessivas missões para sufocar rebeliões ou promover pacificação em Sorocaba e outras partes do Estado. Consta inclusive a passagem por Una, quando Caxias se dirigiu a Sorocaba para prender o Padre Diogo António Feijó. Por volta de 1850 o capitão António Vieira Branco, português de nascimento e brasileiro de coração, se instalou nas terras de Pirapora, depois denominada Colégio de Pirapora e mais tarde simplesmente Bairro do Colégio e nas terras do bairro Areia Vermelha, respectivamente. As terras foram doadas ao capitão António Vieira Branco, pelo imperador por ato de bravura e relevantes serviços prestados à coroa imperial.

Formou uma importante fazenda com trabalho escravo, instalou uma serraria e uma máquina de benefício de algodão inaugurada em 1857. Na fazenda eram fabricados vários tipos de ferramentas, tais como foice, machados, enxadas, martelos, serrotes, pregos e parafusos, além de ferramentas de uso agrícola. As terras do capitão Vieira Branco, veterinário, chegou a ser fazenda modelo no Brasil Império.

A Era Indígena
Tinha-se conhecimento que as terras do vale escuro de Una, no período de 1618, era habitada temporariamente por índios tupi-guarani, que deram origem ao nome primitivo de Una. O vale escuro era mais um caminho de fuga e um esconderijo para protegê-los de caçadores de índios para escravizá-los. Os índios usaram pouco essas terras para as suas paupérrimas plantações de milho e fumo e pouco se reproduziram nessa região. Mas abriram o primeiro caminho e deram os primeiros passos em direção ao Vale. Essas informações foram retiradas do site www.guiaibiuna.tur.br.

A Imigração Portuguesa
Em fins do século XVI e início do século XVII, foram chegando ao Vale de Una os primeiros imigrantes de origem portuguesa. Vieram atraídos pela abundância de madeira de lei e na esperança de encontrarem minérios e pedras preciosas. Fizeram-se representar nas pessoas de Felipe Santiago, Francisco Duarte, Pedro Machado, Ignácio Soares, Manoel de Oliveira Carvalho, Manoel de Oliveira Costa, Francisco António dos Santos, Helvidio Rosa, Salvador Leonardo Rolim de Oliveira, António Vieira Branco, João Cafezal Domingues, Benedito Domingues, Manoel Homem de Góes, Fortunato de Góes Pinto, António Coelho Ramalho, João Pereira, entre outros. Através desses primeiros habitantes efetivos, os portugueses e seus descendentes continuaram a se estabelecer nas terras de Una e posteriormente Ibiúna. De início as atividades se traduziam na extração da madeira de lei, a lenha, o carvão vegetal e o aproveitamento do pó de serra. Dedicavam-se também na extração do palmito, o mel de abelhas, além das culturas de fumo, milho e feijão. Investiam na criação de animais que forneciam o leite e seus derivados, a carne, a banha, ovos e os chamados animais de tração usados na prestação de serviços. Foram os portugueses os fundadores de Una e sua descendência participou de todas as atividades desenvolvidas no município, desde a economia informal, a prestação de serviços, as funções e atividades liberais, a agricultura, indústria e o comércio. A participação na política municipal aparece com grande performance.

A Introdução do Negro Africano na Vila de Una
Através dos portugueses, foram introduzidos na Vila de Una os negros africanos, na condição de escravos. Os negros africanos e seus descendentes, muitos nascidos na própria vila, marcaram a passagem dessa imigração provocada e involuntária, através do trabalho forçado, mas que muito contribuíram para que Una continuasse a lenta caminhada em busca do progresso e o bem-estar do povo. Entretanto, terminada a época da escravidão no Brasil, pela lei áurea de 13 de maio de 1888, assinada pela Princesa Izabel, os negros africanos e seus descendentes não permaneceram na sua totalidade na Vila de Una, sendo considerada pequena na comunidade a presença dos descendentes negros. Entretanto é considerável a presença em Ibiúna dos mestiços. Essas informações foram retiradas do site www.guiaibiuna.tur.br.

A Imigração Italiana
Nos anos de 1890 e 1891 a Vila de Una recebia em suas terras os primeiros imigrantes italianos. Mais tarde descendentes de italianos também se fixavam em Una. Eles se fizeram representar pelas famílias Falei, Melanias, Nani, Pécci, Bastos, Bini, Coscarelli, Sandroni, Andreolii, Marcondes, Dal Fabro, Romano, Ferracini, Giancolli, Folena, Calvo, Casaburi, Cavalieri, Latarullo, Parente, Fanti, Marcicano, Duganieri, Albertim, Rabelo, Belo e outras posteriormente. Um marco do início dessa imigração na Vila de Una está gravado na fachada de uma casa comercial no início da Rua 15 de Novembro com os seguintes dizeres:
“Casa Falei - Fundada em 1892”. Os imigrantes italianos e seus descendentes participaram de início e participam de todas as atividades econômicas que vão desde a agricultura, indústria e comércio, até as atividades informais e de prestação de serviços e o desempenho nas profissões liberais. A participação na política municipal tem sido das mais expressivas, tendo entre seus descendentes alguns ocupado os mais altos cargos políticos do município.

A Imigração Árabe
A imigração de árabes e seus descendentes chegou à Vila de Una em 1898. Esses imigrantes e seus descendentes que aqui se estabeleceram foram os membros das famílias Assef, Habibe, Hadade, Riskalah, Musa, Gebara, Elias, Rahal, Issa, Chedid, Juni, Jorge, Sales, Marum, Salite e Hanzi. A imigração árabe contribuiu muito para o progresso urbano, através das atividades comerciais. A contribuição na agricultura e na indústria se fez mais através de investimentos que se estenderam ao longo dos anos a outros setores de atividades. Entretanto, participam dos mais variados setores de serviços, profissões liberais, bem como da economia informal existente no município. Entre seus descendentes a participação na política marca uma época nos destinos do município, quanto ao progresso e bem-estar da comunidade. Essas informações foram retiradas do site www.guiaibiuna.tur.br.

Á Imigração Japonesa
A imigração japonesa teve início em 1932, com a chegada em Una dos primeiros imigrantes Euriko Iwakawa e depois Shigemori Maeda. A imigração nipônica se tornaria mais efetiva nos anos que se seguiram com o assentamento das famílias Samano, Arizono, Muramatsu, Kikonaga, Kawakami, Kaneko, Ideriha, Nakayama, Nakamura, Nakajima, Watanabe, Takafuji, Matsuda, Saito, Saitow, Miyaji, Setoguti, Morita, Miazaki, Murioka, Yoshito, Mikami, Teramae, Sokoda, Sugahara, Suetsugo, Fiiruya, Ogno, Yasuhara, Kitadani e tantas outras que juntas formaram a maior colônia de imigrantes instalada no município.

Esses imigrantes trouxeram em suas bagagens novas técnicas de plantio e variedades de cultivos que aplicados nas áreas de produção foram diversificando e multiplicando-se a ponto de tornar Ibiúna o maior celeiro de produção de hortifrutigranjeiros do Estado de São Paulo e do Brasil. A primeira atividade desenvolvida foi prioritariamente a agricultura e somente após o término da 2a guerra mundial é que iniciaram a participação em outras atividades. A indústria, o comércio, a prestação de serviços e funções liberais e informais ocupam considerável número de japoneses, nisseis e sansseis. A participação na política municipal iniciou-se de forma tímida e cautelosa e até então é exercida mais em forma de apoios, com participação regular. Mas entre seus descendentes alguns já ocuparam e ocupam cargos políticos no município.

A Imigração Chinesa

Os imigrantes chineses tentaram formar sua colónia em Ibiúna na década de 1960. Entretanto não tiveram a mesma performance dos imigrantes de outras nacionalidades aqui estabelecidos ou assentados nas áreas de produção agropecuária. Aluaram pouco na agricultura, tentaram a industrialização e o comércio, mas não se aclimataram. Foi portanto uma imigração meteórica dentro de um ciclo rápido e a colônia acabou desaparecendo. Não houve participação na política municipal. O grande tributo dessa nacionalidade a Ibiúna ficou por conta dos padres chineses, Dr. Lourenço Chang (Padre Lourenção) e Dr. Lourenço Chen (Padre Lourencinho), doutores em teologia. Eles realizaram uma notável obra evangélica e cristã, além de uma destacada atuação social e cultural de grande significado religioso e histórico. Ibiúna muito deve a esses abnegados sacerdotes Lourencinho e Lourenção, como eram tratados carinhosamente pela comunidade religiosa de Ibiúna.

A Imigração Isolada

Existem imigrantes e descendentes de imigrantes de outras nacionalidades vivendo em solo ibiunense, mas que não chegam a formar colônia ou constituir núcleos. Entretanto, embora anônimos são reconhecidos como cidadãos úteis à comunidade através dos trabalhos que desenvolvem segundo à capacitação e o grau de instrução de que são possuidores. Entre esses figuram argentinos, boli vianos, espanhóis, alemães, russos e americanos. E o caso do argentino José Famiglietti, já falecido. Era químico de profissão e possuía, uma propriedade situada na Rua Guarani, esquina com a Avenida Benedito de Campos. A família Fuji de origem boliviana que mantém a sua descendência em Ibiúna.

Há que se destacar a descendência das famílias Cruz e Aro, de origem espanhola e do próprio autor, filho de pai espanhol.

A família de Sérgio Romanivc, natural da Rússia, cujos descendentes estão radicados no bairro do Salto. As famílias de Olinto Martins de Moraes, já falecido e os descendentes da família Ribeiro, ambas de origem alemã. A família do norte-americano William Brondin, também falecido que se situava no bairro Campo Verde.
Essas citações representam a exemplificação da imigração isolada no município.
E, dentro desse contexto existem casos curiosos, interessantes, dignos de nota.
Um desses casos refere-se ao bispo chinês. Dom Job Tch Enn Che Ming, que faleceu em desastre de automóvel, quando vinha visitar os padres chineses da paróquia e conhecer Ibiúna. O corpo do bispo foi sepultado no cemitério da Paz.
No mesmo jazigo foi sepultado o Padre João (Chang Shiang), que prestou serviços religiosos na paróquia de Ibiúna, mas que fora vigário da catedral de Pequim antes da revolução cultural de Mão Tse Tung. Outro caso é o do oficial italiano Primo Monguzzi, homem de confiança do exército do ditador da Itália, Benito Musolini. O corpo do oficial general foi sepultado no cemitério da Paz, em 1977. O cônsul brasileiro Carlos Cintra, gaúcho de nascimento e que prestou seus serviços no consulado do Brasil na Argentina, durante o governo de Getúlio Dorneles Vargas, residiu em Ibiúna. Faleceu aos 85 anos de idade e seus restos mortais estão sepultados no cemitério da Paz em Ibiúna. A residência do
cônsul estava localizada em um terreno por onde passa a avenida marginal da cidade. A casa foi destruída pelo fogo e todo o acervo de livros, jornais, revistas e outros pertences foram queimados, o que seria na atualidade uma grande contribuição na formação do património histórico e cultural de Ibiúna.

Foi sede, em 1968 do congresso clandestino de UNE, que resultou na prisão de 920 estudantes.

domingo, 11 de julho de 2004

Campos do Jordão


Campos do Jordão é um município localizado na Serra da Mantiqueira. A cidade tem altitude de 1628 metros, sendo portanto, o mais alto município brasileiro, considerando-se a altitude da sede. Sua população estimada, em 2004, é de 47.903 habitantes. Dista 167 Km da cidade de São Paulo (capital), 350Km do Rio de Janeiro (capital) e 500 Km de Belo Horizonte. Sua principal via de acesso rodoviário é a Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro, que tem início em Taubaté, município localizado a 45 km da cidade.

Campos do Jordão é chamada de Suíça Brasileira, principalmente pela sua arquitetura de influência europeia e pelo seu clima frio. Por isso, a cidade recebe maior quantidade de turistas durante a estação do inverno, especialmente no mês de julho.

Fundado em 29 de abril de 1874, o município tem como principal atividade econômica o turismo e é um dos principais destinos de inverno do Brasil.


Seu clima é tropical de altitude (Cwb), com verões suaves e invernos frescos. Ocorrências de neve foram registradas em 1928 e 1942, sendo a última vez em que foi registrada neve na cidade. Geadas são comuns durante o inverno e a temperatura mínima absoluta foi de -7,3°C em 1º de junho de 1979.[5]. Seu clima temperado favorece a criação de hortênsias, especificamente as da espécie Hydrangea macrophylla.

População Total: 44.252

* Urbana: 43.809
* Rural: 443
o Homens: 21.978
o Mulheres: 22.274

* Densidade demográfica (hab./km²): 152,86
* Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 8,52
* Expectativa de vida (anos): 75,73
* Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,18
* Taxa de Alfabetização: 92,28%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,820

* IDH-M Renda: 0,763
* IDH-M Longevidade: 0,846
* IDH-M Educação: 0,851

Campos do Jordão realiza anualmente um importante festival internacional de música erudita. Em setembro, realiza o Festival da Viola. Campos do Jordão abriga o Palácio Boa Vista, detentor de um amplo acervo de arte nacional do período colonial e do modernismo, aberto à visitação pública. Também possui o Museu Casa da Xilogravura - o maior em seu tipo existente no país - e o Museu Felícia Leirner, com esculturas a céu aberto.

quinta-feira, 3 de junho de 2004

DIFERENÇAS - DOUTORADO, MESTRADO,GRADUAÇÃO, ENSINO MÉDIO, FUNDAMENTAL E SEM ESTUDO

QUANDO SE TEM DOUTORADO
O dissacarídeo de fórmula C12H22O11, obtido através a fervura e da evaporação de H2O do líquido resultante da prensagem do caule da gramínea Saccharus officinarum, (Linneu, 1758) isento de qualquer outro tipo de processamento suplementar que elimine suas impurezas, quando apresentado sob a forma geométrica de sólidos de reduzidas dimensões e restasretilíneas, configurando pirâmides truncadas de base oblonga e pequena altura, uma vez submetido a um toque no órgão do paladar de quem se disponha a um teste organoléptico, impressiona favoravelmente as papilas gustativas, sugerindo impressão sensorial equivalente provocada pelo mesmo dissacarídeo em estado bruto, que ocorre no líquido nutritivo da alta viscosidade, produzindo nos órgãos especiais existentes na Apis mellifera.(Linneu, 1758) No entanto, é possível comprovar experimentalmente que esse dissacarídeo, no estado físico-químico descrito e apresentado sob aquela forma geométrica, apresenta considerável resistência a modificar apreciavelmente suas dimensões quando submetido a tensões mecânicas de compressão ao longo do seu eixo em conseqüência da pequena capacidade de deformação que lhe é peculiar.

QUANDO SE TEM MESTRADO
A sacarose extraída da cana de açúcar, que ainda não> tenha passado pelo processo de purificação e refino, apresentando- se sob a forma de pequenos sólidos tronco-piramidais de base retangular, impressiona agradavelmente o paladar, lembrando a sensação provocada pela mesma sacarose produzida pelas abelhas em um peculiar líquido espesso e nutritivo. Entretanto, não altera suas dimensões lineares ou suas proporções quando submetida a uma tensão axial em conseqüência da aplicação de compressões equivalentes e opostas.

QUANDO SE TEM GRADUAÇÃO
O açúcar, quando ainda não submetido à refinação e, apresentando- se em blocos sólidos de pequenas dimensões e forma tronco-piramidal, tem sabor deleitável da secreção alimentar das abelhas; todavia não muda suas proporções quando sujeito à compressão.

QUANDO SE TEM ENSINO MÉDIO
Açúcar não refinado, sob a forma de pequenos blocos, tem o sabor agradável do mel, porém não muda de forma quando pressionado.

QUANDO SE TEM ENSINO FUNDAMENTAL
Açúcar mascavo em tijolinhos tem o sabor adocicado, mas não é macio ou flexível.

QUANDO NÃO SE TEM ESTUDO
Rapadura é doce, mas não é mole, não!

domingo, 18 de abril de 2004

Palestra com Nélida Piñon, Domingos Pellegrini e Pedro Bandeira – XVII Bienal do Livro de São Paulo

Salão de idéias

14h - Auditório 5 Pedro Bandeira - Nascido em Santos, Pedro Bandeira mudou-se para a cidade de São Paulo em 1961, tendo recebido no ano passado o título de "cidadão paulistano". Pedro escreve e encanta crianças e jovens, professores e adultos. Na Bienal, ele vai falar sobre o maravilhoso mundo das histórias que criou. Um nono de São Paulo

18h - Auditório 5 Nélida Piñon e Domingos Pellegrini falam sobre a beleza da literatura, do romance e sobre os anos de ininterrupta atividade criadora da função do escritor, que não deve se limitar apenas a criar, sua tarefa máxima, mas também deve emprestar sua própria consciência à consciência dos seus leitores. Caminhos do romance.

Foram duas palestras fantásticas com três mestres das letras. Ouvi-los é acrescentar milhares de anos de experiência e conhecimentos. Depois dessas palestras realizadas na Bienal do Livro de São Paulo, passei a admira-los e a respeita-los mais e mais.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2004

terça-feira, 6 de janeiro de 2004

Stowe - 30 Estados Unidos

Rumo à Stowe:


Stowe foi fundada cidade em 8 de junho de 1763, quando Benning Wentworth, governador de New Hampshire designau 64 homens como "Titulares". Nenhum deste grupo original foi compareceu na cidade e nada ocorreu até 1793, dois anos depois de Vermont tornou-se o décimo quarto estado dos originais treze dos Estados Unidos da América.

O primeiro colono, Oliver Luce, chegou em Stowe em março de 1793 com sua esposa e duas filhas pequenas. O Luces deixaram a maioria dos seus pertences em Waterbury Center e caminhando a pé, puxando um pequeno trenó, carregando nas mãos alguns itens de necessidades domésticas, atravessaram a floresta. Este carrinho foi preservado e está em exposição no Museu Histórico Nacional, no AKELEY Memorial Building na Main Street em Stowe Village. Foi apresentado ao Stowe Sociedade Histórica por Oliver Luce's tatara-tatara-grand-filha, a Sra. Elsie Alger Page, o primeiro presidente da Sociedade.

O primeiro assentamento foi feito cerca de duas milhas a norte da atual vila de Stowe onde Rota 100 curvas para a direita ea Hill, ou Old Stage Coach Road, é executado em frente para Morristown Corners e Cadys Falls. Uma pedra monumento, perto do local da primeira casa em Stowe, e ostentando um bronze comemorativas comprimido, está na grama triângulo onde as duas estradas satisfazer.

O segundo assentado chegou no dia seguinte após Luce. Ele foi o Capitão Clemente Moody que se fixaram ao sul da Baixa Village, sobre aquilo que está a Rota 100, próximo ao local do actual Spruce Pond Building. Quinta geração Moody membros desta família continuam a viver em terras vizinhas. Capitão Moody foi logo seguido por outras famílias, incluindo parentes próximos de Oliver Luce. Luce Hill ao sudoeste da Mountain Road (Route 108) foi nomeado após Marfim Luce, um membro desta família. Ao longo dos anos, o sucesso cidade cresceu rapidamente. Em 1800 a maior parte das terras foi vendida, bem como a população era de 816. Este crescimento continuou por cerca de cinquenta anos - Stowe enviou, por exemplo, 40 homens para lutar na Guerra de 1812, e 208 na Guerra Civil.