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quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Um Dia de Chuva
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
A escola educa ou socializa?
A idéia inicial sobre o debate entre educação e socialização é perceber que a questão pula os muros das escolas e que o problema de incivilidade e de desintegração na sociedade brasileira tem uma relação direta com a educação. Também é verificar que a escola assumi um papel de extrema importância para sanar alguns (deixo claro, alguns) desses males sem se apegar em teorias cívicas e morais, mas em comportamentos e atitudes na escola em todas as suas manifestações. Fala-se muito em cidadania e educação para cidadania, mas pouco nas forma práticas e comprovadamente efetivas para obtê-la.
Todo um processo de urbanização e crescimento econômico desfez laços sociais que unia boa parte da população. Há uma perda no sentido de responsabilidade social, sobretudo nas grandes cidades. Junto a isso, as desigualdades sociais e econômicas nas formas mais extremos contribuem para fortalecer o anti-social, levando parte dos jovens segregados a criminalidade e delinqüência (triste é pensar que estimativas nos revelam que gastos com segurança de todos os tipos ultrapassam os gastos com educação. É pensar que no inverso, em uma sociedade mais justa e mais educada, economize em segurança). Chegamos então na questão real do papel da escola no desenvolvimento da cidadania, da socialização como sendo um dos papeis da escola. Desde muito cedo sentimos necessidade de saber o que é certo e o que é errado. Mas as noções e os hábitos de decência, civilidade e responsabilidade social são aprendidos. A escola é uma agência de socialização, intermediando o processo entre a família e a sociedade. É uma etapa de transição para entrar na sociedade. Portanto, não será grande novidade dizer que a escola tem um papel de extraordinária importância no desenvolvimento da cidadania e da socialização. Ela é parte cotidiana do período importantíssimo na vida e no desenvolvimento de um ser humano. Dos sete e quinze anos, no ensino fundamental acontece quase tudo que há para acontecer neste processo de socialização. E quem não participa desse processo, cria em si o que podemos considerar um déficit, não só individualmente, mas provavelmente será um ônus para a sociedade, com forte probabilidade de comportamentos anti-sociais. A função da escola é claramente e indiscutivelmente decisiva. Não é fácil, é claro, mas por outro lado, há uma necessidade de que possa socializar com valores sadios e coerentes com uma sociedade harmoniosa.
O lado mais complicado da equação é que ao chegar à escola a criança já teve sete anos de socialização na família. A família é uma pré-educação para a cidadania. Caso falhe nesse processo, o trabalho da escola se torna muito mais trabalhosos. De fato, isso é um problema sério no caso de crianças de famílias destruídas, de meios miseráveis, de situações de pobreza absoluta, de comportamentos anti-sociais dos pais. Mas qualquer que seja o quadro, o papel da escola na formação de valores e na cidadania é vital e fatal para qualquer sociedade.
Mas como fazer uma escola para cidadania? Queremos moralidade e civismo na escola. Toda tentativa de discutir o assunto é eletrizada pelas falsas e verdadeiras mazelas do período militar com os cursos de moral e cívica. Mas há uma tendência para achar que tais cursos ensinam sobre direitos e deveres do cidadão, sobre leis e constituição, como funciona o governo e coisas deste tipo. Os valores se aprendem na escola pelo que ela é, pelo que ela pratica no seu funcionamento cotidiano. Civismo e comportamento ético são assuntos da escola como um todo, não de disciplinas que tentam ensiná-los especificamente. A escola em todas as suas atividades é que recebe a tarefa da educação para valores. Isto não é uma atribuição específica como decidir que raiz quadrada se aprende no curso de matemática. A grande lição da escola vem pelo que os estudantes presenciam na sua prática cotidiana. É tornando a escola mais digna, mais íntegra que se obtém o ensino da dignidade e da ética. A escola boa e séria ensina educa para os valores, sem fazer força, sem tentar. Valores se ensinam em cada uma e em todas as disciplinas. É a idéia forte de que os assuntos ultrapassam as fronteiras disciplinares e é isso que lhes dá força e vigência. Aprende-se participando, sendo ativo e não passivo do que acontece a sua volta.
A escola é um grande laboratório onde se podem criar universos sociais e aprender o seu funcionamento. Trabalho comunitário. Conferências, debates e narrativas sobre situações vividas, experiências de vida. Há muito debate e idéias para agregar ferramentas no processo de socialização. Educação e escola é onde todos devem participar, não é assunto exclusivo de governo. Escolas boas dependem da participação da sociedade civil, da vontade coletiva do povo. Isso é socialização.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
2009
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