sexta-feira, 25 de maio de 2007

9º Congresso de História do Grande ABC




Memórias do trabalho II
Coord. Philadelpho Braz – memorialista e coordenador do GIPEM.

Mesa de debate
Trabalho em tempos de reestruturação produtiva
*Ricardo Antunes – professor de Sociologia da UNICAMP.
*Iram Jácome Rodrigues – professor do Departamento de Economia e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da USP
*José Ricardo Ramalho – professor de Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
*Fausto Cestari Filho – vice-presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico de São Caetano (COMDEC)

Mesas de debate
1 - Séc. XVI ao XIX: novos trabalhos
*Denise Mendes – historiadora.
*Paulo Zanettini – arqueólogo, diretor da Zanettini Arqueologia.
*Érika González – arqueóloga, coordenadora científica da UISPP (Union International des Sciences Proto et Pré-Historique).
*Coord. Silvia Helena Passarelli – arquiteta e urbanista, desenvolve pesquisa acadêmica na Universidade IMES.


2 - Juventude e Trabalho
*Maria Carla Carrochano – socióloga e assessora do programa juventude da ONG Ação Educativa
*Kimi Tomizaki – professora de Sociologia da Educação e do Trabalho da USP.
*Alexandre Almeida – professor de História e Antropologia Urbana
*Joe Newton Souza de Lima – operário e rapper MC e líder do Grupo Filhos da Revolta.
*Coord. Jefferson Sooma – sociólogo, músico e coordenador de articulação Política da ONG Aracati de São Paulo.
“Para o jovem de agora, o passado não importa, o que importa é se vai ter dinheiro hoje”. A frase surgida no depoimento do operário e rapper Joe Newton Souza de Lima durante a Mesa de Debate “Juventude e Trabalho”, ocorrida na tarde do dia 25, resume não só a realidade atual dos jovens que buscam lugar no mercado de trabalho, mas também muito do que foi discutido no 9º Congresso de História do Grande ABC.Uma realidade diferente da vivida pela primeira geração de metalúrgicos da região. Segundo a Profª Kimi Tomizaki, da USP, os pioneiros tiveram uma trajetória ascendente, oferecendo aos filhos melhores condições de formação. A segunda geração foi para a mesma fábrica, mas não se sentia integrante da classe operária, sonhava com melhores cargos. Em vão. “Infelizmente, o filho formado continua montando caminhão”, disse.E como ficam as políticas públicas para a juventude? Para a socióloga Maria Carla Carrochano, mais do que se preocupar em criar ocupações e capacitações, é importante pensar na realidade. “Vamos sim arrumar empregos para os jovens, mas o fundamental é saber que tipo de emprego eles querem e precisam”, ressaltou.


Conversas de Memória II
Cultura caipira
Fernando Deghi – violeiro
Orquestra de Violeiros de Mauá


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