A peça:ALBERTO CAEIRO-ELE MESMO
CIA ESTRELA D ALVA
Local: EMEB Maurício Caetano de Castro II
É a última sexta-feira do mês de maio, e o público – alunos do Programa Municipal de Alfabetização e Cidadania (Promac) – está ali para assistir a mais uma atividade do Projeto 6ª Aula, promovido pela Prefeitura de São Bernardo, por meio dos departamentos de Ações Culturais e Ações Educacionais, da Secretaria de Educação e Cultura.
Antes da encenação propriamente dita, foi feita uma apresentação, com introdução sobre o projeto
Em seguida, o diretor da peça, falou um pouco sobre o espetáculo e deu umas orientações. Por exemplo, explicou que, como tratava-se um espetáculo de poesias, era importante que se prestasse bastante atenção nas palavras, no que os atores iriam falar.
Seja pelo preparo antecipado do espetáculo em sala de aula, pelas explicações introdutórias ou por puro interesse pessoal, o fato é que os alunos respondem bem à atividade. Quando os atores interagem com o público, este participa e acompanha atentamente todos os movimentos. Na platéia, gente de todas as idades.
Além de proporcionar o acesso à arte e ao entretenimento para pessoas que muitas vezes não teriam condições de ir a um teatro, o projeto 6ª Aula tem demonstrado, de acordo com a opinião dos alunos, que, de fato, a atividade tem uma importância direta sobre o aprendizado dos mesmos.
Após a apresentação, os atores abriram espaço para um bate-papo com os alunos. E, mais uma vez, eles participaram sem pressa de ir embora.
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sexta-feira, 30 de maio de 2008
terça-feira, 20 de maio de 2008
Palestra EJA
A EJA é a realidade de 4,5 milhões de brasileiros com mais de 15 anos que são analfabetos ou têm escolaridade incompleta, que não tiveram uma oportunidade anteriormante e somente depois de muitos anos ingressam à escola para buscar além de um maior conhecimento, uma melhoria na condição de vida com uma melhor escolaridade.
Nessa palestra abordei desde as dificuldades de readaptação dos alunos, como também o desafio dos educadores em manter o interesse dos alunos em não somente em voltar à escola como também em continuar estudando. Fiz também a apresentação de um breve histórico da EJA no Brasil.
Um item importante para ser debatido é transformar os alunos da EJA também parte da comunidade escolar. Importante para se evitar o grande problema de evasão como principalmente para se obter um bom resultado no desempenho dos alunos. O espaço físico das escolas onde ocorrem os cursos para jovens e adultos são sedidos como se fosse um favor, como se estivessem ali por empréstimo, quando na realidade os alunos deveriam se sentir pertencentes e donos desses lugares, como integrantes ativos desse espaço. São inúmeros casos de unidades escolares que trancam banheiros e impedem o acesso dos alunos da EJA à outros espaços como salas de informática ou bibliotecas, assim não oferecendo o mínimo de estrutura para uma boa qualidade de ensino. Sem contar que em muitos casos, esses alunos são esquecidos de serem até mesmo convidados para os eventos da escola.
A integração é importantíssima para os trabalhos da EJA e a comunidade escolar só teria a se desenvolver por assim, por passar a ter mais participantes.
domingo, 18 de maio de 2008
Taboão da Serra

Taboão da Serra é um município brasileiro do estado de São Paulo, localizado na Região Metropolitana de São Paulo.
Sem divisas geográficas relevantes com a capital paulista, Taboão da Serra não se distingue dos bairros paulistanos que fazem divisa com a cidade, como Butantã e Campo Limpo. Por muitos anos, a cidade se dividiu entre o perfil de cidade “dormitório” – residência de muitos trabalhadores da cidade de São Paulo – e de localidade industrial.
Até meados da década de 1990, a cidade mantinha o perfil industrial como principal atividade econômica. O parque industrial da cidade, no entanto, não era suficientemente robusto para absorver toda a mão-de-obra da cidade, que acabava se deslocando até São Paulo para encontrar emprego. No início dos anos 2000, o caráter econômico passou por mudanças.
Com o encarecimento dos custos e os problemas de tráfego, muitas indústrias deixaram a cidade e o município passou a ter características mais comerciais, passando a ocupar em poucos anos o posto de pólo de atração de serviços da região sudoeste da Grande São Paulo. Nessa época, grandes varejistas – como o Grupo Pão de Açúcar, Carrefour, Wal Mart e a Nacional Iguatemi (administradora do Shopping Taboão) – realizaram investimentos na cidade, o que consolidou o perfil terciário da cidade.
A vinda de grandes varejistas abriu novas frentes de emprego e oportunidades para os habitantes. Com a chegada dessas empresas, a cidade passou a contar com serviços que não existiam na cidade, como cinemas e supermercado aberto 24 horas. Isso consolidou a cidade como pólo de atração de cidades vizinhas – como Embu e Itapecerica da Serra – e de bairros paulistanos próximos – como o Butantã, Vila Sônia, Portal do Morumbi, Campo Limpo e Capão Redondo.
Apesar da mudança econômica, a cidade ainda sofre com os problemas comuns às áreas periféricas das grandes cidades brasileiras. Os índices de criminalidade são altos, principalmente na região periférica, cuja população se concentra em atividades de baixa e média escolaridade. Um exemplo do delicado quadro da segurança pública é a conquista da segunda delegacia de polícia, aprovada apenas em 2006.
Apesar desta conquista problemas políticos e orçamentários impedem a instalação do novo distrito policial que por decreto deverá ser localizado no bairro do Pirajuçara.
A história de Taboão da Serra é de certa forma antiga, e em alguns aspectos confunde com a própria história da cidade de São Paulo. A área que hoje se chama Taboão da Serra nos séculos XVI e XVII fez parte da rota dos bandeirantes paulistas que viviam nos arrebaldes que hoje pertence ao centro de São Paulo.
Muitos bandeirates passavam pelo município em busca de indios para escravizá-los e ao mesmo tempo servia de rota tanto para o litoral paulista, quanto ponto de passágem para a região sul do Brasil. No século XVI padres jesuítas passavam pelas matas que hoje faz parte do município para fundar áreas para protegerem os índios dos paulistas, localizada no município de Embú, divisa com Taboão da Serra. Quanto ao nome do município provavelmente veio da taboa, que é uma planta hidrófila que era facilmente encontrada na cidade, em brejos próximo ao córrego Pirajuçara que corre no município. E Serra provavelmente veio da forma do relevo exuberante que o município apresenta, funcionando como um imenso divisor de água.
Sendo assim, a palavra "taboa", veio do tupi, e "serra", português, o que deu nome ao município. Na região havia diversas aldeias indígenas que foram destruídas nos fins do século XIX e início do XX pelos europeus recem-chegados na região, tanto para a posse da terra para atividade agrícola, quanto para o surgimento de pequenas vilas, as quais foram formadas no início do século passado.
A emancipação de Itapecerica da Serra, e a conseqüente elevação à categoria de município, deu-se em 1° de janeiro de 1959, graças aos esforços de, entre outros, Léo Baranowsky, Sebastião da Cunha, Benedito Carneiro de Freitas, Hosuke Hatake, Luzia Hellmeister, Mary Rose Ducase Maciel, José Andrade de Moraes, José Ruiz Moreno e Álvaro Manoel de Oliveira.
A população estimada pelo IBGE em 2008 era de 224.757 habitantes[6] e a área é de 20km², o que gera uma densidade demográfica de 10.704,17 hab/km².
O clima da cidade, como em toda a Região Metropolitana de São Paulo, é subtropical. Verão pouco quente e chuvoso. Inverno ameno e subseco. A média de temperatura anual gira em torno dos 20Cº, sendo julho o mês mais frio (média de 15°C) e o mais quente fevereiro (média de 23°C). O índice pluviométrico anual fica em torno de 1300 mm.
O pequeno município tem como vizinhos a capital paulista, Embu, a sudoeste e oeste, e uma diminuta divisa com Cotia, a noroeste. Taboão da Serra é uma das menores cidades da Região Metropolitana de São Paulo.
38% são de capital paulista. 20% são de paulistas do interior ou descendentes, 23% são provenientes de outros municípios da Grande São Paulo, 8% são sulistas - principalmente do Paraná e Rio Grande do Sul - 10% são imigrantes ou descendentes - principalmente japoneses, coreanos, chineses e poloneses e 1% estão como outros.
Os de origem sulista e sudestina são, majoritariamente, de ascendência portuguesa, italiana, espanhola, alemã, polonesa, libanesa, ucraniana e holandesa.
A maior comunidade estrangeira da cidade é a dos japoneses, que representam cerca de 15% dos estrangeiros.
* Brancos 66,2%
* Amarelos 10,6%
* Pardos 14,4%
* Negros 8,8
* Eleitores: 161.120 (2000)
* Instituições Financeiras: 18 agências bancárias
Educação
Ensino (2004). Matrículas:
* Ensino fundamental: 34.806 matrículas
* Ensino médio: 12.330 matrículas
Saúde
* Estabelecimentos de saúde: 28 estabelecimentos
* Leitos hospitalares: 183 leitos
* Leitos hospitalares disponíveis ao SUS: 49 leitos
Rodovias
* Rodovia Régis Bittencourt (BR-116)
sábado, 17 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
XV Feira Internacional de educação EDUCAR208
O par educativo professor e aluno – uma relação vincular na (não) aprendizagem escolar. Pretende-se mostrar a importância da relação entre professor e aluno no âmbito escolar e levar à compreensão das várias maneiras como essa relação pode se estabelecer entre eles. Para a construção e desenvolvimento sadio dessa relação, serão abordados princípios da intervenção psicopedagógica institucional que visam cuidar do par educativo.
PAR EDUCATIVO é o vínculo que une aprendente e ensinante.
RELAÇÕES POSSÍVEIS DE SEREM ESTABELECIDAS PELOS PROFESSORES
· Imperialista
· Egocentrismo
· Amor – Deliberada intensão de favorecimento da aprendizagem, com compreensão e a otimização das capacidades do aluno.
SENTIMENTOS CONSTRUÍDOS PELO ALUNO A RESPEITO DO PROFESSOR
1. Amor
· Transferência = Transfere sua atenção à outro
· Generosidade = Quer agradar ao professor
· Camaradagem = Aproximação em diferentes atividades
· Ciúme = Usa artimanhas para chamar a atenção
· Confiança = Sem medo
2. Hostilidade
· Tranferência – Transfere a um professor uma hostilidade realizada por outro
· Tranferência para si próprio = Faz o mal(físico/psicológico) a si próprio
· Tranferência para valores morais = Comete erros contra valores morais com a intensão de agredir ao professor
· Hostilidade aberta = Menospreza o professor perante as pessoas
3. Temos inibitório
· Tem fixação em pensar que o professor está sempre lhe vigiando. A figura desse professor é transferida para todos os agentes da educação, tornando todo ambiente persecutório
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